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Volume II, número 1 │ janeiro 2007 |
ISSN 1981-030X |
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Imagens e crônicas da arquitetura nas revistas ilustradas por Claudia T. Ricci
O ciclo de pinturas de Guttmann Bicho no CAPS Ernesto Nazareth – Ilha do Governador / RJ por Arthur Valle Em finais dos anos 1920, Guttmann Bicho
realizou um conjunto de pinturas decorativas retratando as ações dos
sanitaristas no combate ao surto de febre amarela que assolou o Rio de
Janeiro. Nossa análise desse ciclo frisa o seu alto grau de organização
interna e as suas características peculiares, tanto com relação a produção do
pintor, quanto no contexto mais amplo da pintura com fins decorativos
realizada pelo artistas brasileiros da 1a República.
Revendo Henrique
Bernardelli por Camila Dazzi
A pintura de temática religiosa na Academia Imperial das Belas Artes: Uma abordagem contemporânea por Reginaldo da Rocha Leite
As
“Primeiras Missas” e a construção do imaginário brasileiro na obra de
Victor Meirelles e Candido Portinari por Leonardo Rodrigues
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Retrato de casal - uma proposta de leitura da obra “Idílio campestre”, de Belmiro de Almeida por Maria Auxiliadora de Carvalho Corassa Este trabalho trata de retratos de casais em pintura, com abordagem
inicial dos aspectos relativos à história do retrato: origem, tipos,
evolução, finalidade e a redução de sua importância em função do advento da
fotografia, finalizando com a análise, a partir da semiótica discursiva, da
obra Bom
tempo ou Idílio campestre,
de Belmiro de Almeida . As séries na produção pictórica de
Giovanni Castagneto por Helder Oliveira
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O Brasil na
Viagem Pitoresca e Histórica de Debret por Valéria
Piccoli
Aquarelas do Brasil: A obra de Jean Baptiste Debret por Vera Beatriz Siqueira De rígida formação neoclássica e pintor de
história requisitado, J. B. Debret, tendo perdido um filho e separado da mulher,
vê-se sem alternativas profissionais após o fim do período napoleônico. No
Brasil, encontra a promessa de solução
à sua crise pessoal e profissional; porém, logo que aporta no Rio de Janeiro,
percebe a distância entre os valores éticos e estéticos de sua prática
artística e a realidade da cidade colonial na qual deveria se estabelecer e
ensinar as belas artes da pintura histórica. |