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Volume II, número 3 │ julho
2007 |
ISSN 1981-030X |
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A Historiografia da
Arquitetura Brasileira no Século XIX e os Conceitos de Estilo e Tipologia por
Sonia Gomes Pereira
A Exposição do Centenário como marco para a profissão do arquiteto
por Ruth Nina Vieira Ferreira Levy Ocorrida no Rio de Janeiro 1922, o grande espetáculo que foi a
Exposição Internacional Comemorativa do Centenário da Independência pode
ser entendido e estudado como um cenário privilegiado que possibilitou a
expressão das idéias e aspirações dos arquitetos do período e propiciou
que estes profissionais conquistassem novas posições. Wasth Rodrigues e o Caminho do Mar: A azulejaria como memória
por Rafael Alves Pinto Junior
O antigo Hotel Balneário Sete de
Setembro: Arquitetura eclética de tendência clássica por
Maria Helena da Fonseca Hermes A arquitetura singular do Hotel Sete de Setembro lhe confere
um destaque especial, não apenas pela sua localização privilegiada, às
margens da baía de Guanabara, ou pelas circunstâncias de sua construção, mas
também por sua tipologia
de hotel balneário, cuja
referência está nos hotéis franceses da Côte
D’Azur que apresentam um repertório ornamental
muito similar. Tendo como objetivo a valoração do Hotel Sete de Setembro,
torna-se relevante ainda uma articulação com a questão da reabilitação
crítica do Ecletismo arquitetônico.
Ressuscitando um Velho Cavalo de Batalha: Novas Dimensões da Pintura
Histórica do Segundo Reinado por
Rafael Cardoso
O Ensino de Pintura e Escultura na Academia Imperial das Belas Artes por Cybele Vidal Neto Fernandes Integrando os planos de aparelhamento do Estado, o governo de
D. João VI criava, em 12/08/1816, a Escola Real de Ciências Artes e Ofícios,
cuja origem atendia ainda à aplicação de uma subscrição do Corpo do Comércio
do Rio de Janeiro, em regozijo pela elevação do Brasil a Reino Unido ao de
Portugal e Algarves. Tal iniciativa mudaria significativamente o rumo das
artes e do ensino artístico no Brasil, a partir da chegada da colônia de
artistas e artífices vindos da França, conhecida como Missão Artística
Francesa, a quem caberia dar início às atividades da instituição.
Núcleo Bernardelli: Una Enseñanza Artística
Liberadora en la Construcción del Arte Moderno en Brasil por Fábio De Macedo
1871: A fotografia
na pintura da Batalha de Campo Grande de Pedro Américo por
Vladimir Machado O
trabalho pretende demonstrar como é estimulante, embora complexo, o uso das
pinturas e fotografias como fontes para o estudo da história cultural. É a
partir do exame da imagem construída que se pode chegar a uma compreensão das
mudanças ocorridas nas formas de percepção e na sensibilidade de uma
sociedade. O que devia ser representado correspondia ao desejo de manter viva
uma auto-imagem nobre, bela, moderna ou heróica, tal como devia ser vista no
futuro. Uma esperada - e também fiscalizada - ficção artística se estabelecia
para ocultar os aspectos considerados negativos. É este esquecimento, esta
ocultação, que deve ser trazida à luz. Victor Meirelles e a Construção da Identidade Brasileira
por Teresinha Sueli Franz
“Projeto
Montenegro”: A reforma
do Ensino das Artes Plásticas em 1890 contribuição
de Arthur Valle e Camila Dazzi |