. NOTAS SOBRE ARTE. Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 10 set. 1901, p.3. - Egba

NOTAS SOBRE ARTE. Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 10 set. 1901, p.3.

De Egba

Exposição Geral de Belas Artes - Doença do encarregado desta seção fez com que só agora possamos falar sobre a atual Exposição de Belas Artes, que se inaugurou no dia 1 do corrente.

A nossa apreciação sobre os trabalhos ali reunidos já chega talvez um pouco atrasada; todavia, por desencargo de consciência e pelo sentimento de satisfação que essa tarefa sempre nos desperta, vamos deixar aqui as impressões que a atual Exposição nos causou.

É impossível percorrer as duas salas da Exposição sem um sentimento de satisfação e de esperança, vendo reunidas tantas telas de merecimento.

A Exposição este ano foi para quase todos uma surpresa. O nível geral da Exposição é muito mais elevado do que o das anteriores: encontram-se ali muitos trabalhos que mostram o que os nossos artistas podem produzir - trabalhos com certa felicidade na escolha dos motivos e bastante excelência na sua execução. Em geral, nas exposições anteriores, temos tido meia dúzia de telas verdadeiramente notáveis - e as demais, de uma tal mediocridade que se distanciavam frisantemente daquelas. A deste ano, não; se não possui nenhum quadro, que pela grandeza da sua concepção e pela superioridade da maneira por que foi pintado, se destaque tão salientemente dos demais e marque uma época na nossa arte, o número de trabalhos de real merecimento é grande, há nela real homogeneidade e harmonia no seu todo, e a consequência é um resultado bastante animador, e que contradiz brilhantemente as profecias lúgubres de que essas exibições anuais não têm mais razão de ser. Há ali trabalhos interessantes no retrato, na pintura de figura e de paisagem e em escultura, em gravura e glíptica.

A expurgação este ano já foi bastante grande, mas não tão completa como era de desejar, tanto mais quanto o sucesso de uma exposição não depende do grande número dos trabalhos reunidos, porém sim do valor intrínseco destes, e por outro lado, a admissão de telas de nenhum merecimento artístico é um desserviço à educação do gosto do povo.

Dada a exiguidade de espaço de que o acanhado edifício da nossa Escola dispõe para essas exposições, e isso mesmo com sacrifício de quadros de nossa galeria permanente, - um menor e mais escolhido número de telas faria melhor vista, porque proporcionaria melhor arrumação, não amontoando os quadros uns sobre os outros e deixando-os ficar com melhor distribuição de luz. Assim, o público, por um lado, poderia examinar melhor os quadros expostos e mais serenamente formar a sua apreciação, e por outro lado os próprios trabalhos expostos, colocados assim mais independentes uns dos outros, poderiam apresentar mais livremente, sem as influências que uma demasiada proximidade de outros quadros lhe possa causar, os seus valores próprios.

É essa impressão de menos apinhamento, de arrumação mais criteriosa na colocação das telas, e de certa tendência, muito fraca ainda mas já sensível, para mais severa seleção, que tem o visitante ao percorrer as salas da Exposição.

Outra boa impressão que a atual Exposição logo infunde é a de ver que, apesar de serem profundamente contrários à produção artística os elementos atualmente predominantes no nosso meio, grupo bastante numeroso de nossos artistas, sem outro incentivo que a força interna, a febre de produzir própria, por assim dizer, do artista verdadeiramente apaixonado da sua arte, apresenta um conjunto não escasso de obras de merecimento. De fato, em uma época em que nada lhe favoneia a esperança de verem os seus trabalhos condignamente apreciados; em um meio tão pouco educado ainda, que o povo foge das exposições, e em que mesmo as classes que só dizem ilustradas não as visitam; e quando não podem alimentar a menos esperança de ver um trabalho seu adquirido, nem pelo Governo, cuja proteção é por assim dizer toda teórica, nem pelos particulares abastados, cuja grande maioria desconhece por completo o valor de uma obra de arte, é preciso muita abnegação, muita consciência do que lhes impõem a dignidade e o amor da arte, para ainda trabalharem.

E se a ausência de alguns dos nossos melhores artistas faz que a Exposição não possa ser perfeitamente representativa da nossa arte, ausência que tem sua explicação, é manifesto que essa demonstração de vitalidade de nosso meio artístico no momento presente tem duplo valor, não somente porque mostra como as influências mais hostis, pelo menos na aparência, não abatem o espírito dos artistas, mas também pelo que revela do que podemos esperar no futuro.

O artista que na seção de pintura mais demoradamente prende a atenção do visitante é o Sr. Henrique Bernardelli. O ilustre pintor expõe nada menos de treze trabalhos, que executou durante a sua última visita à Capital francesa; e em todos afirma a sua já notável personalidade. O seu quadro - Padre José Mauricio - é uma obra de grande finura artística. É um trabalho de reconstrução histórica de um episódio da vida de D. João VI e que salienta uma feição característica desse príncipe a que as artes no Brasil deveram a sua própria animação. O artista agrupou na atmosfera tranquila de um interior característico da época, com os móveis apropriados, o velho Rei, alguns dos seus cortesões e damas da corte, sem prescindir do frade, infalível figura então em todas as reuniões mais ou menos solenes, para uma audição musical de um pobre frade mulato que aqui encontrou, e que, com uma elevação digna de nota acima dos preconceitos da época, admitiu logo na sua convivência e cujos talentos soube sempre honrar. José Mauricio, o genial artista, está assentado ao cravo, um belo instrumento da época, e interpreta uma daquelas suas composições que arrebatavam a músicos do valor de Neuhomm [sic] e de Marcos Portugal, o seu rival nas graças de D. João.

No meio tom tranquilo de uma sala, a cena desenvolve-se serena e naturalmente: os espectadores estão calmos, sérios, atentos, cada um na atitude que o seu interesse e a sua intensidade de apreciação determinam; e as figuras, na sua diversidade, têm expressão. Até o próprio frade, cuja fisionomia é a mais desagradável do quadro, cochila com característica indiferença.

O quadro é pintado com uma execução que tem tanto de segura quanto de simples e sóbria, e a ideia que ele quer transmitir, sugerida com muita firmeza. A simplicidade tanto no estilo como na técnica traduz perfeitamente o espírito da obra do artista, e apesar da variedade de tintas que há nele, a harmonia de tons é a mais completa, ao passo que o artista soube evitar essa demasiada minúcia de detalhes que em geral prejudica o efeito geral das obras desse gênero, por sua natureza de impressão mais ou menos fria.

O Sr. Bernardelli tem outros quadros de gênero, como O pátio do Convento, em que há certo sentimento, e o - No Banho, episódio passado em um meio arqueológico, feito com graça e belo efeito de luz, de cor delicada e uma boa carnação.

Os outros seus quadros de gênero, apesar de bons espécimens da técnica do artista, desaparecem diante dos trabalhos acima citados, exceto os retratos que com eles rivalizam. Neste gênero, o Sr. Bernardelli apresenta quatro trabalhos notáveis. O principal fim do retratista é pintar o caráter da pessoa retratada, e pode-se dizer que o ilustra artista conseguiu isso nesses quatro trabalhos.

O seu auto-retrato é um desses trabalhos que se imprimem na memória como uma medalha, tal saliência tem a expressão que o artista soube dar-lhe. Pintado numa gama quente, com abundância de tinta de um só jato, a cabeça de perfil destaca-se com singular relevo e vitalidade.

Outro retrato vibrante de vida, na sua expressão serena, é o de n. 19, a pastel, do Professor Girardet: é o homem vivo.

Sólido, de carnação mole e bom modelado - é o de n. 17, de uma mulher planturosa, planturosamente pintado; e finalmente, o pequeno retrato n. 18, de uma mulher sentada em uma cadeira forrada de seda verde, com uma blusa lilás, e o boá preto envolvendo-lhe o pescoço, em um fundo cinzento. Em um tom baixo, a figura é pintada com muita finura, com quase imperceptíveis sutilezas de modelado, a carnação justa e expressão viva; é uma pequena obra-prima de equilíbrio e harmonia.

O Sr. Rodolpho Amoedo é entre os nossos artistas um dos que mais conhecimentos têm dos diferentes ramos da técnica da pintura e se compraz em fazer experiências de processos que não são usualmente os mais empregados. Há já bastante tempo que anda experimentando a pintura por meio da clara de ovo, ou a moderna tempera como é ele [sic] denominado na Inglaterra, onde diversos fervorosos adeptos como Southall, Arthur Gaskin, Spencer Stauhope, Marianne Stokes, Walter Crane, Batten, etc., que seduzidos pelo brilho que ainda conservam as pinturas de Memline, Marinus van Romersval, etc. estão envidando reviver esse processo. O número de Agosto do Studio traz um estudo sobre as diversidades desse processo, sem contudo estabelecer positivamente a superioridade da moderna tempera sobre a pintura a óleo. O que parece provado é que esse processo entre os seus característicos distingue-se pela sua luminosidade, qualidade de grande valor na pintura decorativa, principalmente na feita à maneira dos Primitivos, com o fundo dourado.

Foi esse o processo escolhido pelo Sr. Amoedo para pintar o único trabalho com que aparece na Exposição desse ano, um grande quadro simbólico-decorativo intitulado Saudade.

Um artista do valor do Sr. Amoedo não podia fazer uma obra que, quaisquer que fossem os seus senões, deixasse de impressionar e prender o visitante; e de fato o seu quadro é digno de atenção. Não nos parece que tenha conseguido realizar completamente na sua alegoria esse delicado sentimento que o poeta tão caracteristicamente qualificou de acre-doce.

A figura que ele imaginou está pintada com certa intenção fina e tem expressão; as montanhas do fundo, de um roxo violáceo, de certa simplicidade de forma, possuem o tom sombrio, apropriado ao estado da alma que o artista quis exprimir. Mas a água que separa a figura do fundo montanhoso é feita de maneira que quebra esse conjunto de impressão, e fornece um elemento desarmônico à unidade de efeito. Em uma gama demasiado amarela, em uma estilização' de efeito levada a um excesso deplorável, introduz, afigura-se-nos, uma nota extravagante que discorda com a nobreza da concepção e faz perder o sentimento da Natureza.

Os cultores dessa escola neo-idealista decorativa, desde Puvis de Chavannes, sempre tiraram os seus elementos da realidade, espiritualizando-os, para chegar ao simbolismo a que queriam atingir, mas nunca deturpando-os ao ponto de fazê-los perderem o seu caráter. Este excesso de estilização, em vez de simplificar e elevar o sentimento, introduz um elemento que se aproxima do grotesco, fazendo perder toda a unidade e grandeza de concepção, e prejudicando o efeito desejado.

É essa a impressão que nos produziu a sua aliás, valiosa e nobre tentativa em uma nova direção, para ser bem sucedida, na qual sobram ao ilustre artista talentos e a mais cabal capacidade técnica. Deus queira que a nossa maneira de ver, se bem que sincera, seja isolada, e que o artista alcance o triunfo que, aliás, merecerão os seus louváveis esforços.

O Sr. Brocos é um incansável; apresenta nada menos de sete trabalhos na seção de pintura e cinco na de gravura.

Dos dois quadros de gênero que expõe, gostamos de um, o de n. 26, denominado - A peneirar café - uma cozinha da roça, com bom desenho e ambientes, embora talvez um pouco sujo de cor, e do outro, n. 25, A descascar goiabas', não gostamos, nem das goiabas, que são muito mirradas e informes, nem da mulata que as descasca, que tem uma orelha fora do lugar, e é desagradável na impressão geral.

Ao seu quadro Cruzeiro do Sul damos os nossos mais francos encômios. É uma composição que não tem nada de banal, imaginada com muita felicidade e executada com muita delicadeza. No fundo azul do painel, que representa o céu, nas estrelas que formam o Cruzeiro, vê-se Jesus na cruz, e revoando em torno dela os grupos das estrelas da Via Láctea, formando anjos em adoração. Como se vê, há um delicado sentimento religioso nessa simples concepção, que não tem nada de ruidosa.

O Sr. Brocos tem mais quatro retratos, dos quais três excelentes. O de n. 29, do ilustrado e simpático Sr. Dr. Marques Pinheiro, é o melhor; tem semelhança, tem relevo, tem caráter; o retratado olha de frente, com franqueza e a sua fisionomia inteligente desprende-se bem do fundo cinzento.

É um sólido trabalho, sóbrio e expressivo. O de n. 29 também possui qualidade de boa execução, e o de n. 30, do Sr. Rodolpho Abreu, no seu gabinete, constitui um quadrinho interessante, de onde a figura do ilustre mineiro resulta cheia de vida. É de bom desenho, principalmente nas extremidades.

Mas onde não temos senão os mais francos e calorosos elogios para o Sr. Brocos é na sua exposição de águas-fortes. Já aqui mesmo nesta seção, em notícia especial, nos pronunciamos sobre estes trabalhos do ilustre artista; e exaltando a proficiência com que maneja a agulha de gravar, proficiência que lhe daria um nome invejável, em centro onde esta nobre arte da gravura fosse melhor apreciada, fizemos ver o importante serviço, o grandioso e imperecível monumento que estava elevando à memória de ilustres brasileiros. O número dessas águas-fortes foi aumentado com mais um retrato, o de Fagundes Varella, mais um primor de desenho e de expressão, e em que se nota a simplificação que o artista vai introduzindo na sua execução.

Gustavo Dall'Ara expõe apenas um pequeno retrato de criança, discretamente pintado, e uma luminosa vista do Cais do Mercado, de vibrante efeito de luz. Reconhece-se logo que se está diante do trabalho de um filho de Veneza pela riqueza de cor.

A qualidade sua mais saliente é a sinceridade com que passa para a tela aquilo que escolheu para motivo do seu trabalho. Não procura idealizar; pinta a realidade exatamente como a vê, e o seu temperamento trai-se na predileção da hora, na luz ardente e intensa, na profunda variedade e vivacidade de cor.

Neste como em alguns dos seus quadros anteriores representando trechos da nossa Capital, tenta sempre dar ideia de vida de movimento. As suas tintas afiguram-se a muitos demasiado cruas e vivas, efeito talvez da excessiva sinceridade da sua maneira de ver.

Outro italiano que também aqui se estabeleceu há anos e tem sabido interpretar a nossa natureza em uma série de quadros belos é o Sr. Benjamin Parlagreco. É um artista que tem o culto da nossa paisagem, cuja variedade de efeitos procura entender e interpretar, estudando-lhe minuciosamente todos os seus incidentes de forma e de cor. Conhece o valor do trabalho feito in loco, diante do assunto que quer pintar; e assim em geral os seus quadros traem o meio onde vive no momento em que os fez.

Atualmente, porém, fixou o seu atelier no pitoresco bairro da Copacabana, cujas belezas tem analisado em uma série de esboços e pequenos estudos, dos quais há alguns bem interessantes na Exposição, e em alguns quadros acabados, como no admirável Pedra do Arpoador, no Mau tempo e na Igrejinha, em que consegue exprimir com exatidão variedades de forma, a cor local e principalmente efeitos de atmosfera, poderosos efeitos de sol.

Além das suas belas paisagens tem um estudo de cabeça a pastel, feito com espírito.

Do Sr. Benno Treidler tem a Exposição cinco das suas luminosas aquarelas. Este notável artista é um dos que melhor compreendem a infinita variedade dos aspectos da paisagem, onde descortina e apanha em flagrante singulares efeitos de luz e de atmosfera, que por vezes parecem inexatos ao olhar pouco acostumado a estudar a nossa natureza. Daí desenhos admiráveis, feitos naquela sua larga e segura maneira de manchar, pintando com vívida realidade cenas encantadoras, sutis jogos de luz. As suas aquarelas vibram de verdade e beleza e tem esse encanto de espontaneidade, peculiar a esse gênero de pintura.

Um moço que pela primeira vez aparece nas exposições da Escola, e que no entanto já é um artista feito, é o Sr. Roberto Rowley Mendes. Já tivemos ocasião de nos referir detalhadamente aos seus trabalhos, e então fizemos ressaltar o seu poético, que se reflete na sua obra. Não é o pintor de determinado ponto da paisagem, mas, sim, o pintor dos momentos poéticos e místicos da Natureza, de certos aspectos solenes e melancólicos. A sua arte não é, pode-se dizer, imitativa; ele vai impressionar-se diretamente na Natureza, mas na sua obra reflete mais o espírito, a impressão do que o aspecto exato dela, traduz fielmente a visão poética que dela lhe dá o seu temperamento poético. Isto se nota no seu belo Rancho de Pescadores, tão impregnado da umidade e melancolia, do seu belo estudo (199) e da cálida Tarde de Verão.

Para obter esses efeitos usa o pastel, por causa da sutileza e brilho da cor, da leveza e transparência que esse veículo proporciona, a quem se sabe servir dele com a proficiência a que atingiu o Sr. Roberto Mendes.

De um artista que prometeu muito, mas infelizmente não tem correspondido inteiramente a essa expectativa por motivos que o meio naturalmente explica, dado o seu temperamento nervoso e amigo da solidão, o Sr. D. G. y Vasquez, tem a Exposição diversas paisagens e uma pequena marinha. São pequenos estudos do natural, mas o Sr. Vasquez parece que vê a Natureza sob um só aspecto, o que não está em harmonia com a infinita variedade dos seus efeitos e o que tende a limitar os próprios recursos do artista.

É fora de dúvida que a individualidade de um artista harmoniza-se melhor com certos afeitos do que com outros, e por isso naturalmente repete as mesmas impressões. É o que se dá com o Sr. Vasquez, que pinta sempre àquela hora em que o verde da paisagem é carregado, já se aproximando do cinzento; os seus céus são sempre carregados, plúmbicos, opacos. Porém, sob esses aspectos, que são talvez o resultado do seu viver solitário, sente-se nos seus quadrinhos sinceridade e amor da Natureza.

O Sr. Vasquez tem talento, muito talento, e não é um novato na maneira de manejar os pincéis e as tintas. Muito pelo contrário.

Convinha, talvez, abandonar a vida solitária e reclusa que leva, estudar a maneira de pintar moderna, principalmente os trabalhos dos pintores de plein air e dos impressionistas, e temos certeza que nos daria quadros em que vibrariam mais […] luminosidade do […]

O Sr. Angelo Agostini, o intenso colorista, tem um grande painel decorativo, a Aurora', que possui belas qualidades de desenho e de cor, e o tratamento do nu, o único que existe na Exposição, é feito com felicidade e delicadeza.

O Sr. Augusto Petit expõe diversos quadrinhos de frutos e flores, bem feitos, e três quadros de figuras, bem contornadas.

Antes de passar a tratar dos novos, o que faremos em subsequente notícia, teremos apenas que registras o pequeno quadrinho Entre couves, do Sr. Raphael Frederico, um interessante cartão de visita deste distinto artista; o retrato-fantasia do Sr. Sebastião Fernandes, os dois quadros da Sra. Viscondessa de Sistello, os quadros do Sr. Marques Guimarães, etc.


Digitalização de Arthur Valle

Transcrição de Vinícius Moraes de Aguiar

NOTAS SOBRE ARTE. Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 10 set. 1901, p.3.

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