. NOTAS DE ARTE. Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 7 set. 1902, p.3. - Egba

NOTAS DE ARTE. Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 7 set. 1902, p.3.

De Egba

Exposição Geral de Belas Artes - O visitante que examinar cuidadosamente a seção de pintura, há de primeiramente notar que na aceitação dos trabalhos apresentados, presidiu o espírito mais liberal, sem predileções de escola, nem preferência individuais, e em segundo lugar, que apesar deste fato, já se realizou este ano uma como seleção natural, de modo que os quadros absolutamente não aparecem com a saliência evidente dos anos anteriores, nem também a afluência dos amadores, na sua maioria sem nenhuns predicados de merecimento artístico, e que também nos outros anos constituía uma feição característica. Todavia, o número dos quadros expostos é muito maior do que no ano passado pois que só o catálogo menciona 270, sem contar alguns que ali não estão incluídos, como, por exemplo, os do artista Malagutti e dada a exiguidade de espaço de que dispunha a comissão incumbida de colocá-los compreende-se que nem sempre a sua arrumação se pudesse fazer de modo a que não ocorressem aproximações perigosas com resultado prejudicial para o efeito de algumas das obras expostas. Entretanto a impressão geral da Exposição é como já dissemos a mais agradável e surpreendente e dá testemunho de um intenso espírito de trabalho por parte dos nossos artistas tanto mais de admirar e de louvar em vista da persistência das circunstâncias desfavoráveis e da quase absoluta ausência de incentivo à produção artística no nosso meio.

Na Exposição [...] como já fizemos notar [...] a maioria dos artistas, tanto dos jovens como dos já feitos […] não merecem a mais ligeira noticia em compensação há alguns excelentes, que hão de tornar memorável a Exposição de 1902.

O Sr. Henrique Bernardelli expõe nada menos de sete.

Realmente a sua produção no ano que decorreu foi extraordinário, demonstrando a infatigabilidade de um pincel que, não obstante nada perde do seu vigor.

Os seis retratos, quase todos em busto e na sua maioria de músicos, se destacam principalmente pela execução vigorosa e franca, por uma técnica sólida e larga, que sempre produz efeito brilhante. Pinta com singular flexibilidade de mão, e com o sentimento dominante da forma e da cor, sacrificando talvez o assunto ao valor artístico ou pictorial, se assim se pode dizer do trabalho. Possui uma grande capacidade de desenho, pintando como que diretamente e de uma só assentada, sem entretanto, desprezar os pormenores. Os seus modelos são retratados com singular fidelidade, exatamente na posição que assumem - diretamente do natural. E ele representa a natureza nos seus mais amplos detalhes, com singular perfeição de arte. É um maitre-peintre, que visivelmente se deleita no exercício da sua arte, possuidor de um métier sólido e acabado, mas é também um artista mais receptivo do que criador.

Dos retratos expostos seria difícil dar preferência de alguns sobre os outros tal o ar de família no ponto de vista artístico que todos têm, e tal a perfeição técnica com que são executados.

No n. 49 do Sr. Roveda há a notar umas mãos admiravelmente pintadas: e em todos, a perfeição do desenho, os fundos quentes, a excelência do modelado e o jogo de luz, fazem deles espécimes de pintura sólida.

Se tivéssemos de dar preferência, talvez escolhêssemos o do S. Couceiro (n. 46) na sua oficina examinando uma rabeca. Sente-se que o homem está no ambiente e ocupação própria; a distribuição de luz é boa e de [...] serena e a entonação quente.

O Sr. Thomaz Driendl tem um retrato, corpo inteiro, quase de tamanho natural, do Sr. Dr. Joaquim Murtinho. Este artista desde 1879, ano em que expôs o seu já celebrado quadro - Cena do interior na Baviera - e um retrato, não concorria às nossas exposições. Artista de diversas aptidões, tem vivido por vezes arredado da pintura, a que volta depois de longos intervalos como acontece agora, depois de um [...] dos pinceis que durou oito anos passados exclusivamente nos rudes labores da lavoura. E apresentava-se como um triunfador com um retrato que há de ficar, na frase de um dos nossos artistas de talento, e que há de marcar época.

Na pintura de retratos, há dois métodos distintos. Em um o artista pinta o homem no seu caráter extremo, no seu meio, procurando dar a nota das suas preferências das suas ocupações e da sua vida diária. No outro, o artista isola o retratado, exclui todos os acessórios que possam dar qualquer sugestão, e concentra todo o interesse na individualidade que tem de fixar na tela, no seu caráter, no seu temperamento, na sua personalidade mental, dando-lhe um fundo que nada tem que ver com o assunto.

Ambos tem sido seguidos por artistas eminentes e em ambos se têm produzido obras de grande valor.

O retrato do Sr. Joaquim Murtinho é pintado de conformidade com o segundo processo. Feito em um fundo escuro, de uma tonalidade quente, a figura do ilustre estadista e médico apresenta-se de pé, vestido de preto, com um chapéu mole preto, em uma das mãos as quais se apoiam em uma bengala numa posição que lhe é natural. O rosto, meio voltado para a esquerda, olha para fora do quadro, para o espaço. Os únicos pontos do retrato que são iluminados são o rosto, com singular clarão de luz intensa, e as mãos, tudo o mais ficando em uma penumbra semi-escura.

Seguindo a maneira do grande retratista seu conterrâneo, Franz Lenbach, e do artista-psicólogo inglês G. F. Watts, o Sr. Driendl concentrou toda a vida e todo o interesse do seu trabalho na fisionomia do retratado.

Pintou unicamente bem a cabeça e aos olhos deu uma extraordinária intensidade de expressão. Há ali todo um singular estudo de psicologia, admiravelmente interpretado. É uma síntese de um caráter, cujas qualidades dominantes, de elevada inteligência, de energia, de decisão, de firmeza de propósitos, de tenacidade de resolução, são vigorosamente expressadas.

Tudo isso interpretado com uma admirável força em uma cabeça em que brilham olhos de extraordinária vitalidade de expressão, que parecem olhar para o futuro, absortos em projetos e ideias grandiosas, indiferente ao fervilhar de preocupações pequenas que em torno deles possam pulular. A fisionomia é simplificada com vigor, e a s mãos que constituem, depois da cabeça, a [...] de maior interesse, com menos simplificação, parecendo-nos, entretanto, que mereciam ser melhor cuidadas.

O fundo é harmonioso em um tom quente e neutro, deliberadamente […], que não deixa salientar a proposital falta de acabamento.

Nesse magnífico retrato, que é uma bela obra de subjetivismo, vê-se que o Sr. Driendl pensa que não basta, para fazer-se um bom retrato, dar a semelhança externa, e que a primeira qualidade do retratista é, como dizia Burger-Thoré [sic] - bien comprendre son homme. Há nesse retrato alguma coisa que mostra que ele é também um pouco un evocateur d’âmes.

Um dos mais ilustres escritores de arte entre nós achou semelhança entre o trabalho do Sr. Driendl e trabalhos de Bonnat; e isso se explica pela influência que a obra de ambos acusa do estudo dos grandes mestres espanhóis; Bonnat, como se sabe, visitou e estudou acuradamente as galerias de Madrid, e o Sr. Driendl fez a sua educação artística em Munique, cuja galeria abunda de quadros espanhóis, principalmente de Ribera.

O Sr. Elyseo Visconti, que é talvez o artista cujas obras dão mais intensamente o tom à exposição, mandou nada menos de cinco retratos, interessantes pela compreensão e pela fatura. Excetuando o do Dr. Custódio Coelho de Almeida, que tem certo caráter e é bastante realista, todos os outros são feitos ao ar livre e mostram o intuito de vencer dificuldades de efeitos de luz e de cor. Nestes retratos o Sr. Visconti mostra-se muito moderno e impressionista da melhor espécie. São, pode-se dizer, sinfonias em verde, porque os seus fundos, que dão a tonalidade dominante, são verdes. Como essa cor é extremamente absorvente, por vezes prejudica a apresentação da figura; mas em alguns dos seus trabalhos, como nos retratos do Sr. Dr. O. Romeiro (249) e do Sr. Simas (251) consegue de modo admirável vencer as grandes dificuldades propositalmente procuradas, e dar a sensação exata do ambiente. Este último retrato, que é o de que mais gostamos, é muito bem estudado e muito bem tratado. A sua postura, franca e natural, nada tem de forçada e a cabeça e as mãos foram finamente modeladas e pintadas.

Todos os outros seus retratos, se não têm o efeito procurado tão completamente conseguido, são obras que têm qualidades artísticas interessantes e nada banais.

O Sr. Brocos tem um retrato, corpo inteiro, que tem certo caráter espanhol na cor; é de grande realismo, e tudo é bem e meticulosamente pintado, sem discrepância dos pormenores e acessórios.

Do retrato do General Osório, pelo Sr. Aurelio de Figueiredo, apesar do seu desenho correto, não gostamos sem restrições; a composição apresentava naturalmente dificuldades, e o movimento da figura nos parece não ser próprio da idade que devia ter o retratado. Demais, o fato de ter de retratar um morto, já por si só constituía um elemento negativo para a consecução do caráter próprio.

O Sr. Rodolpho Amoedo expõe um pequeno retrato de senhora, pintado com muita finura, que não exclui algumas durezas. É muito agradável de cor, mas tem as mãos pouco cuidadas.

O Sr. Eugenio Latour, um ex-aluno da Escola, que nos anos anteriores já se havia revelado artista, de talento, confirma isso plenamente com os trabalhos que tem na atual Exposição. Tem dois retratos que são duas obras extremamente interessantes, demonstrando que tem uma alma de verdadeiro artista e uma técnica já bastante sólida.

O que denomina Colheita de rosas (n. 104) é de uma criança encantadora, cujos olhos têm singular expressão de inocência angélica; e o retrato de Mlle. L. G. (n. 106), muito bem compreendido, com boas qualidades de desenho e de cor, e com caráter. É um artista que faz honra ao ensino da Escola, e que só precisa de alguns anos de convívio em centros artísticos mais adiantados do que o nosso, para chegar à plena maturidade de um talento incontestável, afirmado de modo brilhante.

O Sr. João Macedo, atual pensionista da Escola, mandou da Europa dois retratos. Preferimos dos dois, o de Mlle. F. (n. 108) menos ambicioso porém mais sólido de fatura, mais sincero, mais estudado e mais harmônico. O de Mme. de S. (n. 107), traz o intuito de imitar o que faz o pintor Boldini; há um rebuscado na postura da figura, como que procurando dar um movimento instantâneo; a figura tem qualquer coisa de recortado, há o intuito do chic e do excêntrico, mas com durezas e faltas de valor, o que impressiona desagradavelmente.

Do saudoso Benjamin Parlagreco, tem à Exposição um auto-retrato, apropriadamente coberto de crepe, o que torna mais aguda a perda de um artista de tão grandes qualidades.

Podemos mais citar: o retrato de menino (n. 220) feito pelo Sr. Seelinger, um jovem artista que se revela bastante original, - bom de colocação um tanto rubenesca e de fatura larga; um retrato do Sr. Malagutti, pelo Sr. Lucilio de Albuquerque, com certa observação de caráter e com algo de esquisito, uma nota branca fria em um fundo verde; o perfil de F. B. T. (n. 131) por D. Clelia Nunes, forte em cor e muito fresco de impressão; e o retrato do Dr. França Meirelles (n. 128) por D. Marietta França, que tem certas qualidades de observação e de execução.

O Sr. Augusto Petit expõe um certo numero de retratos na maneira que lhe é peculiar, da qual o auto-retrato é o que melhor exprime o seu modo de compreender e de pintar o gênero.

O Sr. Malagutti expõe dois retratos em busto, um de menino e outro de homem, e ambos feitos muito sumariamente, com grande largueza de execução, à procura de uma nota impressionista. Melhor do que estes é o quadro denominado, ao que nos dizem Beatriz', (pois os seus trabalhos não constam do catálogo), mas que se nos afigura ser retrato de uma mulher tuberculosa.

A figura, vestida de preto, destacando-se de um fundo verde, é desenhada com certa intenção, e tem expressão na sua aparência velada.

É um artista que tem talento, mas que se deixa visivelmente influenciar pelo desejo do excêntrico e de fugir do banal.

Na sua pintura sente-se a preocupação literária, a influência de certas correntes modernas em literatura, mas a sua execução não é igual à elevação dos seus intuitos; e os melhores ideais, quando inadequadamente realizados, correm o risco de não ser compreendidos e a critica não tem remédio senão apegar-se à técnica. No caso do Sr. Malagutti, este deixa ainda a desejar, tanto em desenho como na distribuição plástica das tintas.

O seu quadro denominado Margarida, com uma inscrição em latim que a colocação do quadro não deixa ler, e cujo intuito não chegamos a divisar, produz a impressão de um cartaz.

A figura é disforme, parecendo o busto ter sido feito de um modelo e os membros inferiores de outro, ou em todo caso de um modelo ruim, sendo a impressão pesada, apesar do processo de simplificação a que se entregou o artista.

Voltando a tratar dos quadros de figura, a obra de Sr. Visconti se salienta com grande destaque e cercando a individualidade desse artista da auréola simpática formada pelo talento, por intuitos elevados e pelo nobre esforço de realizá-las. Quase todos os quadros ali reunidos, como o seu S. Sebastião, as suas Oréadas, o seu Pedro Alvares Cabral e a sua extraordinária Gioventú, já fizeram parte da sua exposição particular quando o artista aqui chegou o ano passado, e deles e do artista então falamos longamente, e agora só teríamos que confirmar o que então dissemos.

Os trabalhos do Sr. Visconti demonstram amplamente que, a par de um grande talento, possui ele uma verdadeira alma de artista que nunca está satisfeito com o que já fez e está sempre à procura de novos horizontes; e apesar de toda a perfeição de sua técnica e da profusão e alto valor dos seus trabalhos, não se pode ainda determinar o ponto onde ele se fixará, a despeito das suas evidentes tendências idealista e decorativas.

O Sr. Henrique Bernardelli tem três magníficas cabeças, duas a pastel e uma a óleo, que são mais três brilhantes espécimes da sua sólida técnica, e com a expressão apropriada. O quadro O voto (n. 38) tem muita harmonia no arranjo.

O Sr. Amoedo expõe um S. João Baptista, que é irregular na fatura. A cabeça, talvez um pouco desproporcional, tem expressão, mas há como que certo desequilíbrio entre o tronco e os membros inferiores.

A paisagem no primeiro plano é bem pintada e tem certa transparência; mas o fundo é demasiado pesado e a auréola de luz que cerca a cabeça do Menino Precursor é excessivamente intensa e forte e ganharia muito com ser atenuada.

A nosso ver, o quadro ressente-se de precipitação no seu acabamento e mereceria novamente ocupar a atenção do ilustre artista, pois que a sua concepção tem elevação e nobreza de sentimento.

O Sr. Driendl expõe também três trabalhos pequenos em que mostra a solidez da sua educação técnica. Gostamos mais do denominado Lição interrompida (n. 93) em que a figura principal é magnífica de expressão e de posição, e mesmo a fisionomia da menina acusa a expressão própria de curiosidade; neste quadro não nos agrada, principalmente a paisagem, que ganharia mais em ser atenuada para mais clara. O quadro Interior (n. 92), visivelmente feito de encomenda e a sabor do seu proprietário, tem precisão e minuciosidade de detalhes sem quebra de perspectiva e desrespeito aos valores, e é bastante harmônico. A cabeça do estudo (n.91) lembra um retratinho do século 18° e, se bem que com certas durezas, tem grande expressão nos olhos.

O Sr. Felix Bernardelli mandou do México, onde atualmente reside, uma boa cabeça muito fina e característica. É bem um irmão de Henrique Bernardelli.

O Sr. Wenigartner [sic] mandou dois quadros umas Bailarinas (263) e Nidia (265) com as qualidades e os defeitos que lhe são característicos e que não contribuem para aumentar a sua posição artística; e o Sr. Angelo Agostini, o veterano artista tão estimado, três estudos de cabeça, na sua maneira particular, dos quais gostamos mais do n. 4 - Um frade.

A Sra. Diana Dampt segue ainda a maneira de seu antigo professor, o pintor francês Aman Jam [sic], na sua indagação dos enigmas do eterno feminino. A sua Reine Manthy é bem pintada e muito decorativa como quase todos os quadros do seu ex-mestre.

O pastel Toilette uma mulher risonha com um espelho na mão, é bom de expressão.

O Sr. Latour tem um quadro de gênero Escolha difícil (n. 105) que é interessante e bem pintado apesar de ter uma figura cujo busto nos parece um pouco curto. Mas não é esse o gênero que deve propriamente ocupar o seu pincel. Tem muito talento, bastante alma de artista e técnica já assaz forte para lançar-se em motivos de mais elevação.

O Sr. Raphael Frederico, que também possui talento, tem o grande defeito de não se apoderar bem dos assuntos que reproduz; mostra-se um tanto desigual na fatura, acusa certa indecisão, parecendo não acabar os seus trabalhos.

O quadro Junto ao altar evoca reminiscências de um quadro semelhante da pintura francesa Izabel Scorein, e algumas das figuras dos comungantes tem a expressão conveniente. A harmonia de efeito é quebrada com a introdução da mulher vestida profusamente.

O Sr. Helios Seelinger vibra uma nota muito original com os seus dois quadros Faunos alegres (217 e 218), que têm certas qualidades, muito belos de cor, de muito movimento e de grande efeito decorativo. Merecia que algum amador rico os fizesse pintar em grande, como decoração de algum gabinete ou outro aposento de sua vivenda. O Sr. Helios Seelinger promete-nos uma exposição particular dos trabalhos que trouxe da Alemanha, e nessa ocasião falaremos mais circunstanciadamente a seu respeito. Mas os quadros acima mencionados, e retrato que expõe e os dois trabalhos de caricatura (Interior e Samba) bem desenhados e de certo humour, bastam para revelar um moço de talento, de inegáveis aptidões artísticas, com certa feição original de espírito e regular técnica.

O Sr. Lucillio de Albuquerque, outro aluno talentoso da Escola, que, se cumprir o que promete, há de dar um artista, tem um quadro de figura, Stella (n.2) uma figura de moça, bem desdenhada, muito boa de expressão, de suavidade de sentimento, em um fundo amarelo de efeito decorativo.

Devemos também não esquecer o Anchieta, do Sr. Evencio Nunes, cuja figura central é bem feita, excelente de cor e de entonação. A figura do anjo, da Visão, é que se não mantém no mesmo nível.

E podemos ainda mencionar o estudo de cabeça, (n.714), belo efeito de ar livre, da Sra. D. Ignez Sampaio, e os trabalhos da Sra. D. Maria de Oliveira e Silva, principalmente o Manola (n.266), que tem certa expressão na boca.


Digitalização de Arthur Valle

Transcrição de Andrea Garcia Dias da Cruz

NOTAS DE ARTE. Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 7 set. 1902, p.3.

Ferramentas pessoais
sites relacionados