. LUSO, João. O Salon de 1916. Revista do Brasil, São Paulo, ano I, set. 1916, n. 9, p.37-50. - Egba

LUSO, João. O Salon de 1916. Revista do Brasil, São Paulo, ano I, set. 1916, n. 9, p.37-50.

De Egba

Nada menos de seiscentos e sessenta e um trabalhos constam do catálogo da XXIII Exposição Geral de Bellas Artes. E há ainda um “apêndice”! Este súbito aumento da produção artística nacional, que, à primeira vista, deveria rejubilar toda a gente, não agradou a muitos e a alguns verdadeiramente escandalizou. É que, pelos modos, a Comissão do Salon, desejando dar ao público, por ocasião da celebração do centenário do ensino artístico no Brasil, uma impressão largamente satisfatória do que se tem aproveitado e caminhado de D. João VI para cá, resolveu afrouxar um tanto as exigências do exame e fazer vista grossa a certas vulgaridades e deficiências, nos últimos anos banidas do nosso certame oficial. A ser assim - e não queremos faltar ao respeito da Commissão, mas parece-nos bem que foi - seguiu-se, de certo modo, aquele critério atribuído por G. Ferrero à Alemanha moderna, numa conferência em que o ilustre publicista estabeleceu a distinção entre o progresso quantitativo e o qualitativo... Ora, aqueles que no presente caso, defendem tal orientação, alegam a necessidade da benevolência, da bitola baixa, para animação dos jovens artistas, a quem outros estímulos desgraçadamente faltam numa terra e numa época tão avessas a idealismos. Mas o efeito, se bem refletimos, antes se nos afigura pernicioso. Porque, animando-se, com o júbilo da exibição, e porventura do prêmio, os inexperientes ou mal dotados cultores da Arte, nenhum serviço útil se presta à mesma Arte e evidentemente se concorre para que os outros, os verdadeiros, os bons esmoreçam e desanimem. Há sempre, entre as obras expostas, lado a lado, alguma coisa de tradicional, de convencional, que as equipara, as irmana como dignas umas das outras. E o que a uns expositores enche de orgulho, a outros, por força, há de causar desgosto. Depois, a verdade é que o Salon não tem por fim especial encorajar, estimular quem quer que seja. A sua função consiste, deve consistir, acima de tudo, no julgamento dos trabalhos que lhe são enviados. Nos centros mais cultos, figurar num certame oficial de arte representa, não a obtenção de um favor ou incentivo, mas a conquista de uma justiça irrecusável. Está claro que não vamos ao extremo de recomendar ao nosso Juri o mesmo rigor com que, por exemplo, os Artistes Français recusam anualmente milhares de telas, gessos ou mármores; mas, dentro da relatividade que as circunstâncias impõem, desejaríamos que a entrada nestas Exposições Gerais não dependesse, em tão grande escala, de condições alheias ao real valor das obras e assim envolvesse, por si só, uma forma de consagração.

Não nos alongaremos, porém, a discutir uma questão que além do mais, é um fato consumado. Houve demasiada tolerância - eis o que ninguém põe em dúvida - e não apenas em relação ao mérito de alguns, concorrentes, como também no tocante a regras ou práticas nestes casos estabelecidas. Assim, por exemplo, se aceitaram quadros já vistos em exposições particulares e até em estabelecimentos comerciais. Francamente, é dar excessiva importância ao lado numérico e muito pouca ao lado do interesse. O Salon sofreu, por isso. O que, porém, mais o prejudicou - sobretudo, se atendermos a sua feição histórica e comemorativa - foi a ausência de vários mestres, cuja indiferença ou birra não têm, no caso, suficiente explicação. O sr. Visconti, por exemplo, não compareceu; nem o Sr. Belmiro; nem o Sr. Bernardelli. O Sr. Henrique Bernardelli enviou os excelentes medalhões “a fresco” que se destinam à fachada da Escola e que, distribuídos por duas sacadas, em cavaletes baixos e em locais acanhados, mal se deixam apreciar; e o Sr. Rodolpho Amoêdo apenas concorreu com fotografias das suas composições decorativas para o foyer do Theatro Municipal. Escusado será acentuar a falta que estes gros bonnets fazem sentir ao público visitante; e bem se imaginam os comentários dos maldizentes e a indignação dos patriotas, para quem o fato respectivamente significa que os “Velhos” estão esgotados e o país mais perdido!

Dos medalhões da pintura, pois, só concorreu o Sr. João Baptista, infatigável na sua paixão laboriosa e moralmente obrigado a prestigiar o Salon, agora que a Direção das Belas Artes lhe está confiada. As suas paisagens são tecnicamente impecáveis. Nelas se patenteia uma fatura paciente, escrupulosa, sem arrebatamentos e sem êxtases - de maneira a dar impressão de que o mestre trabalha sobretudo com a consciência. Nós, que, em Arte como em tudo o mais, sofremos de incurável sentimentalismo, preferiríamos obras menos corretas, em que acentuadamente transparecesse a emoção do artista, júbilo, mágoa, entusiasmo, apreensão ou languidez sonhadora, diante do trecho de natureza que o inspirou. Isto, porém, significa um reparo pessoal sem nenhuma pretensão teórica, doutrinária: e de certo o que se nota nas paisagens do Sr. João Baptista, é a impassibilidade da perfeição.

Há, no Salon, uma “grande máquina”, a Expedição à Laguna, do Sr. Lucílio de Albuquerque. À frente de inúmera cavalhada, Garibaldi dirige a manobra do transporte de um dos seus barcos, puxado, sobre eixos e rodas, a juntas de bois; ao longe, vem outro barco, tirado pelo mesmo sistema e seguido doutros cavaleiros, a perder de vista; e ao alto, o céu sereno e luminoso sorri benignamente à esforçada aventura. Em outros quadros, bem menores e bem mais simples, tem o Sr. Lucílio conseguido afirmar melhor a sua individualidade. Não há, porém, negar que desta audácia de um artista relativamente moço, resultou uma obra que deve ser olhada com respeito e francamente louvada. A perspectiva está estudada e obtida de um modo já magistral; em alguns dos bois que puxam o grande barco, vê-se bem a contração penosa do arranco, o violento esforço da avançada... Enfim, o Sr. Lucílio triunfou; e não foi sem justiça que o Juri lhe conferiu a Grande Medalha de Ouro. Sua esposa, a sra. Georgina de Albuquerque, teve a Grande Medalha de Prata. É o que se chama um casal, mesmo em arte, feliz. A Árvore de Natal representa também uma obra maior e mais difícil até hoje empreendida pela artista. É num interior de uma casa burguesa, onde se reúne, em torno do pinheiro gentil, de variegados, luminosos frutos, um bando de crianças; já muitas prendas foram distribuídas; ao fundo, as pessoas grandes contemplam a alegria dos pequeninos; e no primeiro plano, ao canto da tela, há uma moça ao piano e um rapaz enlevadamente a olha, como se, no rosto que resume aquele ambiente familiar e festivo, visse todo o seu futuro. Esta nota dá ao assunto uma particularidade tocante; e algumas figuras, como a meninota que, de frente para o observador, examina a nova boneca, seriazinha, compenetrada, um tanto comovida, são na verdade, interessantes. Um entendido notaria talvez, no conjunto, certa falta de harmoia, de equilíbrio; mas seria, talvez, uma simples impertinência...

A sra. Georgina de Albuquerque não é, neste Salon, a única artista vitoriosa. Realmente, o belo sexo faz-se representar, com brilho e dignidade. A sra. Fedora do Rego Monteiro que, há pouco, nos chegou de Paris e fez uma exposição numerosíssima, onde não rareavam as belas obras, obteve a Pequena Medalha de Prata, com um retrato a pastel, aceito no Salon des Artistes Français. A sra. Adelaide Lopes Gonçalves que já há dois anos obteve aquele prêmio, expõe quatro “pastéis”, reveladores do seu constante progresso especialmente o título Bordando que, sem pretensão a retrato, supreende uma linda fisionomia, nos seus traços delicados e na sua fina expressão. No Toucador é o principal dos quadros expostos pela sra. Sylvia Meyer, discípula do Sr. H. Bernardelli e cuja intuição artística nobremente se vai assinalando. A artista afrontou ali várias dificuldades, como o reflexo do espelho, a variedade dos acessórios, a luz ambiente - que venceu com muita habilidade e espírito. Citaremos ainda, com especial louvor, uma figurinha de criança (n. 339 do catálogo) que é positivamente deliciosa; e mais não citamos, porque o espaço destinado a este artigo mal nos permite fazer referência a uma obra de cada expositor que nos interessa. Mas, continuando: Da sra. Beatriz Pompeu de Camargo, há, no Salon, nada menos de quinze trabalhos a óleo e dois a aquarela. Entre os primeiros, destaca-se o retrato Minha irmã, executado com uma espécie de ingenuidade simpática e cativante; e impressionam também de modo agradável algumas paisagens, pelas quais se vê como a artista interpreta delicadamente a natureza. A sra. Helena P. da Silva expõe uma Cabeça de Expressão que realmente a tem. Há uma escultora premiada, a sra. Hermelinda Repetto; na seção Gravura de Medalhas, obteve a Grande Medalha de Prata a sra. Dinorah Simões Enéas; e nas Artes Aplicadas conquistou idêntico prêmio a sra. Johanne Brandt, professora eximia, cujos trabalhos há muito se tornaram notáveis e são hoje imitados por uma infinidade de disciplinas. Talvez nesta apressada lista feminina, tenhamos omitido alguns nomes... Perdão! Não foi propriamente por querer!

As obras do Sr. Carlos Oswaldo ocupam na Exposição lugar deveras saliente e honroso. São dez quadros a óleo, onde a técnica do jovem artista assume raro caráter de personalidade, e algumas finíssimas, preciosas águas-fortes. Dos trabalhos a óleo, particularmente nos seduziu o Garoto, cuja vibrante, comunicativa expressão faz pensar na inspiração milagrosa de um Velasquez e recorda, entre os modernos pintores, o grande intérprete de fisionomias que é Columbano. Reconhecemos, porém, como mais valiosa a Sonata de Beethoven, onde as duas figuras, a mulher ao piano - dando embora a impressão de ter os braços compridos demais - e o homem abraçado ao violoncelo, compõem uma cena intensamente espiritual. Outro artista de singular temperamento é o Sr. Helios Seelinger que, ocupado, durante o ano, com trabalhos de decoração fora do Rio, nos não oferece, infelizmente, as coisas novas e fortes que dele se devem sempre esperar. Como obra desconhecida, só nos dá a fantasia alegórica Tormentum belli, de arrojada concepção e frenético movimento. O Sr. Seelinger obteve, há anos, o Prêmio de Viagem; desta vez coube ele a um artista moço, o Sr. Dias Júnior, em quem mestres e críticos fundem as melhores esperanças. Intitula-se Abel e Caim o quadro premiado e apresenta duas academias de adolescente, executadas com bastante segurança. Abel, de pé, a frente erguida, o olhar estático, agradece ao Senhor ter-lhe aceitado as ofertas modestas; Caim, sentado, as mãos entre os joelhos; curte sobriamente o seu despeito e já talvez premedite o seu crime. Há neste trecho paradisíaco um talude, indicativo, sem dúvida, de quanto se achava, no Éden, adiantado o serviço de Obras Públicas... Mas o quadro interessa verdadeiramente, a sério; as figuras têm linha e têm expressão; e os planos de paisagem sucedem-se acertada e harmoniosamente.

Era concorrente do Sr. Dias o Sr. Henrique Cavalleiro, outro rapaz magnificamente dotado e como aquele destinado a honrar, um dia, a pintura brasileira. Entre os seus quadros, salienta-se o retrato do Sr. A. P. numa pose muito natural, com as feições caprichosamente modeladas; e Juventude, uma figura feminina, suave e sadia, saindo de um fundo de larga folhagem, por trás da qual fulgura o sol. Este trabalho denota, além do mais, um gosto, uma compreensão de beleza que não são nada comuns em tal idade. O Sr. Cavalleiro conquistou a Grande Medalha de Prata, como o Sr. Pedro Bruno, de quem admiramos, entre outras telas, A Noite de Luar, cheia de poético sentimento, com a sua luz aperolada fundindo-se no lilás da paisagem, a sua casuarina, o seu portal agreste, onde uma figura de mulher parece possuída da beleza e da melancolia que a rodeiam. Igual prêmio coube ao Sr. Luiz Christophe que em duas paisagens de Teresópolis, afirma, com superior engenho, as suas já reconhecidas aptidões para o gênero.

Os quadros do Sr. Antonio Rocco, só agora conhecido no Rio, colocam-se entre os melhores da Exposição “Minatori” - Primeiros Socorros é um trabalho que empolga a atenção do visitante, pela fatura larga, espontânea, vigorosa. Um operário, vítima de um desastre, jaz por terra, sem acordo, morto talvez; um companheiro, ajoelhado, examina-lhe o ferimento pavoroso; outros de pé, aguardam compungidos e ansiosos, a revelação que aquele lhes vai fazer. Sente-se em tudo aquilo o pulso forte e desenvolto de um pintor de boa raça, educado em boa escola. Não se pode deixar de citar, do mesmo artista, a tela Passano i Bersaglieni, onde, de uma sacada, várias mulheres do povo, belas e robustas criaturas, contemplam, num misto de ternura e entusiasmo, as tropas que, embaixo, devem ir galhardamente desfilando. Também pela primeira vez expõe no nosso Salon, e com soberbo destaque, o Sr. Henrique Vio que, além de algumas paisagens de enérgico e vibrante colorido, nos oferece uma figura de ancião, em suave repouso, tratada de maneira a fazer lembrar os mestres antigos, cuja obra ficou e parece sempre nova - e um retrato do escultor F. C., singularmente expressivo. Não estrangeiro, mas educado na Europa e ainda residente em Madrid, o Sr. Leopoldo Gotuzzo manda-nos sete obras dignas da melhor atenção, entre elas um Nu de mulher, em que tratando um modelo já longe da primeira mocidade mas ainda perto da segunda, o artista consegue interessantes efeitos de carnação. A figura está meio deitada num divã coberto de veludo verde escuro e descansa a cabeça nas costas da mão esquerda, na cintura, desenham-se bem os refegos de uma gordura que começa a pronunciar-se; as pernas estendem-se numa sensação de preguiça e abandono; tudo está feito com propriedade e aparente facilidade, mas onde o pintor deixou a melhor demonstração nos recursos de sua técnica, foi no rosto, apanhado num ligeiro escorço e modelado a preceito. A notar do mesmo artista, duas variantes de um tipo de velho alcólico e um Estudo de cabeça (assobiando).

No Salon, abundam os retratos. O Sr. Guttmann Bicho que foi discípulo do Sr. A. Petit mas está deixando de o parecer e faz do retrato a sua especialidade, expõe nada menos de sete, quase todos de homens de letras e nos quais assinala a sua continua emancipação e aperfeiçoamento. O Sr. Ziliani, além de uma obra de combate social, Guerra alla guerra, exibe um auto-retrato, em quatro interpretações de luz artificial, trabalho bastante curioso. O Sr. Marques Junior, que cultiva com particular carinho e graça o retrato a sanguinea, apresenta também um, a óleo, deveras apreciável; e no retrato, brilham ainda os Srs. Alfredo Andersen, norueguês domiciliado em Curitiba; Gaspar Coelho de Magalhães, um dos melhores alunos que tem tido o mestre H. Bernardelli - assim como, na paisagem, se distinguem os Srs. Levino Fanzeres, que tanto aproveitou da sua estadia na Europa; B. Pinto, Arthur Lucas, Raul Bevilacqua, já também brilhante figurista; Marques Campão, Annibal Mattos, Antonio Castanho, Edgard Parreiras, digno discípulo de seu tio; Miguel Capllonch, João Baptista Paula França [?], Paulo Valle Junior.

Na seção de Aquarelas, Pastéis e Desenho, o Sr. H. Colom [sic] surpreendeu grandemente aqueles que apenas o conheciam como despretensioso, embora habilíssimo, decorador. As suas paisagens a aquarela encerram, além de poderoso cunho individual, um toque de poesia que encanta. Não houve, neste certame, mais sensacional revelação. De outros artistas que mais ou menos aqui se salientam, falamos já a propósito da seção de Pintura. Mas seria grave injustiça não mencionar as iluminuras, de sedutora imaginação e peregrina graça de composição, do Sr. Correia Dias; as endiabradas, irresistíveis charges do Sr. Raul Pederneiras que no Salon defende os créditos da Caricatura; as paisagens a aquarela - e a sério - de outro afamado caricaturista o Sr. Vasco Lima, e os retratos do Sr. Valle Souza Pinto, cujo crayon pede meças aos mais apurados e fiéis.

A seção de Escultura está, como sempre, numericamente fraca. O Sr. Rodolpho Pinto do Couto que, no nosso meio artístico, ocupa lugar distintíssimo e continua a não ser pelo Júri suficientemente recompensado, expõe duas Cabeças em bronze, as quais, sem nenhum favor, devem ser consideradas duas verdadeiras obras de arte. Sua esposa a Sra Nicolina Vaz Pinto Couto, tem, na República do Brasil, um belo trabalho em mármore. Os srs. Antonino Mattos, Antonio Pitanga, Francisco de Andrade, Modestino Kanto, Jorge Soubre vão dando cada vez melhor conta de si. Há um novo de talento: o Sr. Paulo Mazzuchelli discípulo do Sr. Corrêa Lima. Podemos passar à Gravura de Medalha e Pedras Preciosas, onde o Sr. Adalberto Mattos prêmio de viagem em 1909 e atual professor do Liceu de Artes de Ofícios mantém a palma que, pelo menos, nessas Exposições Gerais, parece ter-lhe definitivamente passado para as mãos o seu insigne mestre Girardet. Vem depois a Arquitetura, com vários projetos acadêmicos do professor Ludovico Berna; alguns Estudos admiráveis do Sr. Victor Dubugras; projetos do Sr. Samuel das Neves... e nada mais. Decididamente, os arquitetos fizeram gréve. Na Gravura e Litografia, triunfa o Sr. Carlos Oswaldo, já citado e faz bem boa figura o Sr. Argemiro Cunha. E chegamos finalmente às Artes aplicadas, com a sra. Marga Harier [sic], as Sras. Nazareth: Marina, Alice e Aracy [Marina Nazareth, Alice Nazareth e Aracy Nazareth].

Eis o que tínhamos que dizer, nesta singela resenha que absolutamente não aspira à crítica e nem sequer visa foros de boa reportagem. Em resumo: Um bom Salon à maneira daquele famoso poema

“que seria melhor, não sendo tão comprido...”

JOÃO LUSO.


Imagnes

Lucilio Albuquerque: - Retirada da Laguna, p.39.

Georgina de Albuquerque: - Árvore de Natal, p.39.

J. Baptista da Costa: - Velhas Mangueiras, p.43.

Marques Campão: - Uma Nuvem, p.43.

Dias Júnior: - Caim e Abel, p.47.

Andersen: - Retrato do Major J. C., p.47.

Antonio Rocco: - I Minatori, p.47.


Digitalização de Arthur Valle

Transcrição de Joanna Barbosa Balabram

LUSO, João. O Salon de 1916. Revista do Brasil, São Paulo, ano I, set. 1916, n. 9, p.37-50.

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