PAOLO RICCI*

Filho temporão dos imigrantes italianos Aristeo e Giorgia Ricci, estabelecidos na Região das Ilhas, Pará, no princípio do século, no “boom” da borracha, teve a sua formação total em Belém, do primeiro grau à Faculdade de Direito.

Iniciou-se na pintura em novembro de 1950, na exposição de Win Wan Diijck, tendo tido a primeira orientação impressionista. Continuou encostado nos artistas da terra e nos que visitavam e expunham em Belém. Conheceu Leônidas Monte, de quem foi amigo e discípulo.

Teve grande orientação crítica de Frederico Barata.

Em 1965 foi expor e estudar na Bahia onde teve aulas livres na Escola de Belas Artes e freqüentou o atelier do pintor e escultor Mário Cravo Jr.

Em 1966 recebeu bolsa de viagem ao exterior e percorreu os EUA.

Foi bolsista da Fundação Nacional de Arte para o levantamento das artes plásticas no Pará, jornalista, conferencista, cronista, contista e membro de comissões julgadoras, em 1980 ingressou na Academia paraense de Letras.

Catalogado em vários dicionários de arte, tem obras em vários museus, inclusive no Museu Nacional de belas Artes do Rio de Janeiro.

*C.f. o catálogo “Paolo Ricci – Exposição retrospectiva anos 1951 – 1988”. Belém: Galeria Rômulo Maiorana, 1988.

* Veja mais sobre Costantino Motta em DezenoveVinte

Edison Farias. Tramas e dramas sobre a tela de Constantino da Motta, seção Obras.