CONSTANTINO PEDRO CHAVES DA MOTTA

(Belém, Pará, 1820 – Idem, 1899)

Foi o primeiro talento paraense a ser aquinhoado com uma pensão para estudar pintura na Real Academia de São Lucas, em Roma, para onde seguiu em 1874. Nasceu em Belém a 10 de julho de 1820 e faleceu na mesma cidade no dia 18 de novembro de 1899, vítima de um derrame cerebral, causado pelas emoções da proclamação da República. Monarquista exacerbado, teve suas obras arriadas de Palácio devido às suas convicções políticas. Exerceu a arte do retrato, foi professor de desenho em colégios públicos e desenhistas da Repartição de Obras Públicas. O Museu David Carneiro, de Curitiba, ostenta uma obra sua, intitulada Retrato de Manoel Gonçalves Marques, datada de 1878, estando seu nome consignado nos Dicionários de Artes Plásticas de Roberto Pontual e do Instituto Nacional do Livro (MEC).

Fonte: RICCI, Paolo. “Artistas Plásticos Paraenses do século XIX”. Belém: Conselho Estadual de Cultura, 1978.

* Veja mais sobre Costantino Motta em DezenoveVinte

Edison Farias. Tramas e dramas sobre a tela de Constantino da Motta, seção Obras.