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 Artigos

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Anita Malfatti em Paris, 1923-1928 por Renata Gomes Cardoso

Anita Malfatti produziu um grande conjunto de obras durante o período em que morou na França, entre os anos de 1923 e 1928, com uma bolsa de estudos do Pensionato Artístico do Estado de São Paulo. Analisaremos nesse artigo alguns desses trabalhos, suas possíveis referências e sua posterior recepção pela crítica de arte francesa. 

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A Associazione Artistica Internazionale di Roma - sodalício de artistas estrangeiros residentes na Itália em fins do século XIX por Camila Dazzi

A filiação à Associazione Artistica Internazionale di Roma, também conhecida como Circolo Artistico Internazionale, foi ponto em comum na passagem de grande parte dos artistas brasileiros pela Itália nas décadas finais do século XIX. Pretendemos aqui discutir essa associação que, da unificação da Itália até a Segunda Guerra Mundial, representou uma das páginas culturais mais significativas de Roma. 

O Gênio do Brasil e as Musas: um manifesto ideológico numa nação em construção por Alberto Martín Chillón

O presente artigo ocupa-se do frontão representando o Gênio do Brasil e as Musas, do antigo Cassino Fluminense, realizado em 1857 por Quirino Antônio Vieira, João Duarte Morais e Severa da Silva Quaresma. Essa obra materializa um programa ideológico, político e artístico complexo, que respondia então às necessidades imperiais de criação da sua imagem e de um discurso sobre o nacional..
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Desmistificando Almeida Júnior: a modernidade do caipira por Raquel Aguilar de Araújo

A identificação de Almeida Júnior com a cultura caipira eludiu o entendimento de sua obra como expressão de uma arte erudita, pensada e tecnicamente inovadora. A percepção da obra almeidiana desconectada de habituais pré-conceitos estilísticos e amarras conceituais permite o encontro de um Almeida Júnior atuante socialmente, estudioso voraz de suas possibilidades, agente cultural da Paulicéia e trabalhador perspicaz.
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Arte para todos: a produção “Made in Brasil” da Osirarte por Rafael Alves Pinto Junior  

Na década de 1940, a Osirarte - empresa, atelier e oficina criada por Paulo Rossi Osir (1890-1959) - teve uma atuação muito importante no meio artístico da capital de São Paulo, pois, além de popularizar a azulejaria como recurso decorativo da arquitetura mediante a comercialização de obras de grande qualidade, ela ajudou a difundir a arte moderna entre um público que lhe era tradicionalmente avesso.
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O pintor Charles Landseer, participante da Missão Diplomática Inglesa, e as imagens do Rio de Janeiro no 1º Reinado (1825-1826) por Monike Garcia Ribeiro

O pintor Charles Landseer entrou em contato com a sociedade do Rio de Janeiro durante o Brasil do 1° Reinado. Este encontro produziu sentimentos dúbios, ora de encantamento, ora, noutros instantes, de estranhamento diante do Novo Mundo. O resultado deste contato cultural foi a iconografia produzida pelo pintor inglês sobre a sociedade, a natureza e a cidade do Rio de Janeiro com a qual conviveu.

Considerações sobre a representação do negro na arte do Brasil, 1850-1950 por Ana Laura Benachio, Diego Eridson Beck, Rafael Machado Costa e Rosane Vargas 

No período de um século compreendido entre 1850 e 1950, é possível observar significativas variações nas formas como a figura do negro foi representada nas artes do Brasil, que vão do registro de seu suposto exotismo à proposição de um novo símbolo para a nação. O presente artigo procura discutir essas variações através da análise de pinturas que são importantes referências na historiografia da arte brasileira.


 Fontes primárias 

Documentos relativos à exposição de José Malhôa no Rio de Janeiro, em 1906 organização de Arthur Valle,  transcrição de Cleivison Jesus de Carvalho e Diego Alves

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